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Mostrando postagens de setembro, 2025

ESCREVENDO E CONTANDO

 Estava rezando a missa pela televisão, quando o Padre disse: "Que a mão misericordiosa de Deus ajude a nos salvar o gênero humano". Para quem tem um mínimo de informação sobre os humanos de hoje, esta orção faz todo o sentido." E como me ensinou a minha mãe: "Dornas, somos muito pequenos." E somos mesmo. E para mim, que procurei ser um homem então culto, dizer que somos pequenos, é que faz mais sentido." Não sou o homem mais culto daqui nem de lugar nenhum, eu me localizo, apenas isto. No mais sou um pecador arrependido. E graças a Deus eu me reconheço como um fiel católico que se arrepende de seus pecados. Mas vou caminhando pelas veredas deste meu caminho na Terra. E como todos os outros seres humanos de paz, tenho alegrias e tristezas. Mas ultimamente mais alegrias do que tristezas. O que eu acho bom. Quando posso cometo uma pequena peça literária. O que reconheço como uma pequena vaidade. E digo porque vaidade: Machado de Assis disse uma vez em relaçã...

EU ME LEMBRO

E estou agora bem de vida. Mas trabalhei e estudei, até adoecer, e agora escrevo e publico. Não gasto muito, o que quer dizer que pago minhas contas através de minha irmã caçula, agora, ela, na casa dos cinquenta. Eu hoje perdi um programa de TV que anunciaram ontem e que ia, considero, me localizar nesta nossa sociedade. Eu digo me localizar porque ao anunciarem o programa mostraram antecipadamente uma moçada que consome livros. O que me interessa muito. Mas... Ao adoecer fui acolhido por minha mãe, que me deu moradia e uma pensão de saúde. Mas mesmo doente, e digo mesmo doente mas não é para me fazer de vítima. Nem de coitadinho. Existem tantos doentes que estudaram e escreveram e outros por aqui mesmo que ainda escrevem. Agora doença tem que ser cuidada, e eu me cuido. Já as doenças da alma eu reservo para revelar a quem sabe tratar delas. E o que eu chamo de doenças da alma? Claro, meus pecados. Mas meus pecados não são pesados, de modo que hoje eu rezei minha missa e me dei todo a...

FAZENDO ANÁLISE DA ALMA

 Hoje acordei me sentindo um pouco angustiado. Me pus de pé e fui tomar o café da manhã. E penso agora que não sou um inimigo dos irmãos do norte. E nem de outra nacionalidade qualquer. Inclusive já li muita literatura estrangeira. Até recentemente eu li livros escritos por gente de outros países. Acho interessante esse tipo de literatura porque nos põe a par de como estes povos convivem ou aceitam problemas outros que não os seus. Porque para mim um livro de ficção trata do ser humano. Até agora isso é valido. Tanto que quando eu cursei FILOSOFIA, a mestra e os mestres nos indicavam livros nacionais e estrangeiros. Filosofia tem tudo a ver com Ciências Humanas. E ontem, não é para curtir com a cara de ninguém, eu entreguei ao meu editor poemas que escrevi. É eu gosto de escrever. E não me considero o melhor dos escritores de lugar nenhum. Sou apenas mais um escriba. Graças a Deus! E para gostar de escrever eu precisei de sessões de psicanálise. Até o ponto em que chorei e o psican...

UMAS PALAVRAS

Vocês querem me ver feliz? Vejam-me com um livro nas mãos, e digam: Ele está feliz. E é isso mesmo. Ontem me chegou pelos Correios um livro. É um dos dois livros que eu comprei pela Internet. Na minha vida a Internet é um pequena revolução. Tudo me acontece com uma facilidade incrível. E esse tudo que me acontece é um conjunto de acontecimentos que eu procuro que me aconteçam. E se eu procuro que me aconteçam é porque me fazem bem. E não é nada de nocivo. Nem á saúde, nem é coisa fora da lei. Porque eu faço questão de andar pela vida corretamente. E graças a Deus eu posso reconhecer que Deus recompensa a quem tem fé. Agora mesmo eu rezava a Jesus Cristo para que Ele mantenha acesa em mim a Esperança. E assim vou indo. E aqui estou escrevendo. Escrever é uma das coisas que me deixa mais feliz. Desde menino eu quis ser um escritor. E para mim quem escreve é um escritor. Mas tive que ir para o mundo ganhar o meu pão de cada dia. E o ganhei. Só que não acumulei bens. Não sou rico. E nem nu...

ESPAÇO NA INTERNET

 Hoje acordei cedo de uma noite bem dormida. Liguei a televisão num canal religioso católico e rezei com fé. Porque eu sei que sou um pecador que sempre está pedindo perdão por meus pecados.  E fui à copa e fiz um bom lanche de desjejum. Voltei para o meu quarto e sentei-me à minha mesa de trabalho. Li um pouco e fui abrir a casa. E  logo chegou a empregada que trabalha aqui em casa. E ela estava bem alegre porque vai recomeçar hoje as aulas de autoescola. Me contou e eu me alegrei também. Estive agora a pouco pensando nos amigos. Que amigos? Eles não vêm ao meu encontro a muito tempo. Sinal dos tempos, porque eu também não os procuro há muito. E meditei bastante e conclui que o tipo de amizade que nos unia não era bem amizade. Claro que não, só nos víamos de vez em quando, e cada um fez da sua vida o que as oportunidades lhes permitiu. Antes que pensem nisso, eu digo que eu não fiz fortuna. Colecionei livros que releio de vez em quando. Porque os livros não envelhecem, e...

TRABALHANDO COM AS LETRAS

Há mais tempo fui diplomado pela Academia de Letras e Artes da Zona Oeste do Rio de Janeiro pela apresentação que fiz por correspondência da minha patronesse LELIA COELHO FROTA. E no diploma veio que me consagraram como ACADÊMICO. Que podia eu querer mais de um trabalho q ue me consumiu horas e dias na sua escrivania. Digo escrivania porque eu o escrevi e o digitei. Até ter alguma coisa que eu pudesse remeter para lá via email. E estou contente. Claro, enfim já posso partir para outro trabalho de minha autoria. Sem medo de ser feliz. Para q uem pensa que é fácil, vou dizer, nada é fácil nesta minha labuta com as letras. Agora vou aguardar alguns textos meus que vão ser publicados ainda este ano. Feliz? Claro, para mim é compensatório mais da conta.  E aqui estou escrevendo, do meu quarto-estúdio, neste fim de milênio em que eu mantenho minha opinião de que só não escreve quem não quer ou não tem tempo. Mas já vi pela TV um lixeiro se dedicar às letras. Achei louvável. E, elogiável....

SUCESSOS DA MINHA VIDA

 Saí de um interior para outro. Lá de onde eu vim meu pai era um bom cidadão. Morei e vivi no grande centro. Onde conheci um funcionário de banco que também procurava um lugar na sociedade. E é nos grandes centros que a gente sente a competição entre os humanos. Muitos ficam para trás, derrotados. Mas, derrotados como?  Adoecem e quem os conhece falam mal deles. E eu logo notei isso. No meu caso era para eu ser um destes derrotados. Como já falei, fui diagnosticado com esquizofrênico. E com isso perdi o meu primeiro emprego na grande cidade. Não hesitei. Fiz um concurso, e tive nova chance. Minha tia me chamou de gênio. O caso era que ela dizia gostar muito de mim. E até gostava. E foi quem me ensinou tudo o que eu sabia do grande centro. Minha tia adoeceu, teve câncer. Me lembrei muito dela, quando também tive câncer de próstata. Mas no meu caso, estava no inicinho, e eu rezei muito até o médico que cuidava de mim dizer que estava tudo ótimo. Dali prá frente, disse ele, era s...

O ESCRITOR COMEMORA

 Eu estou comemorando dois aniversários. Um, o de meu nascimento, e outro, o meu de Letras. Claro, quem não gosta de comemorar? Fazem setenta e um anos que nasci. E é a idade em que me chamam ou de velho ou de idoso. Quanto à minha presença no mundo das Letras, o aniversário este ano é de aproximadamente pouco mais de vinte anos de escrita e publicação. Não vou me deter no meu aniversário natalício. Quanto à escrita literária, eu sempre quis ser escritor. E diante de tantos textos que escrevi e publiquei já posso me chamar de escritor. Falei na postagem anterior do bem, o que eu quis dizer é que sou um cidadão de bem. Perfeito é só Deus.  E diante dele eu me confesso e me penitencio diariamente. Mas quanto aos homens, nós todos temos nossos pecados. E durante a minha vida eu muito trabalhei. Na medida em que fui podendo adquiri os bens que tenho. E não tenho muita coisa. Mas também não ambicionei muita coisa não. Me lembro de que vi meu avô desanimado porque eu tive um tio que...

NO ESFORÇAR-ME PARA O BEM

 Houve dias em que amanheci angustiado. E disse-o bem, houve dias. Há muito tempo que acordo e me levanto e digo: - Meu Deus, como eu estou bem. E é a ele, que eu agradeço, a Deus. E enfim hoje aqui estou escrevendo, depois de ter rezado pela televisão. E me sentindo bem. Tenho andado um tanto sem assunto. Mas acho que é só até eu engatar uma palavra que me dê aquela chance de assuntar e lá vou escrever minha postagem. Hoje eu quero falar de quantas vezes eu perdoei. Inúmeras vezes. E claro, se eu perdoei é porque ou estava em dúvida quanto a quem me magoou, ou quanto a quem pecou na minha estrada. Hoje, quando olho para esta mesma minha estrada, a estrada está limpa. De modo que eu posso andar para a frente, sem medo de tropeçar. E posso dizer que quando eu tropeçava antes é porque havia manchas minhas na estrada. E roguei tanto a Deus que ele me deixasse esquecer de verdade estas tais manchas. Que nem sei explicar porque eu chamo de manchas. Só sei que ter manchas, eu me referia ...

SANJOANENSE

Estou aqui pensando sobre o que escrever aqui hoje. De caso pensado eu não gosto de escrever. Gosto mesmo é de escrever quando as palavras me veem à mente. E até que elas estão surgindo e penso que daqui a pouco elas, as palavras, estarão fluindo. Muitas vezes, depois de escrever uma postagem, eu me imaginava escrevendo sobre a minha terra natal, São João del-rei, em Minas. E agora eu simplesmente estou aqui me lembrando dos bons tempos que vivi lá. Saí de lá quando estava para fazer quinze anos, mais ou menos. Depois disso eu lá voltei inúmeras vezes, e sempre fui bem recebido por conhecidos e amigos que deixei lá. E como eu era feliz com isso.  Hoje eu nem vou lá, falta de oportunidade. Disse eu por aí, que não sou saudosista. E não o sou. O caso hoje é que tirei uma folguinha para sentir saudades. Conheci muitas cidades por aí, na minha vida, mas de gente mesmo ninguém se compara aos meus conterrâneos sanjoanenses. Lá eu sei quem é poeta, escritor, ou seja lá o que for que seja....

A SOLIDÃO CRIATIVA DA MINHA MENTE

 Eu hoje deixei para escrever esta postagem a esta hora do dia. E já estamos na parte da tarde. E eu estou hoje é me sentindo um homem feliz. E não é para menos. Passei um dia ótimo. E com todas as vantagens de quem tem tutora, mas na maior parte dos dias é senhor de si. E graças a Deus, eu me comporto bem. Mas, na minha vida, aprendi muita coisa. E hoje eu tenho com autocontrole, um autocontrole que não me custou sacrifícios aprender a tê-lo. E sou um homem feliz . De emoções comuns, e mesmo estando idoso, eu me cuido muito já que posso aproveitar e ficar só em casa. E dizendo á minha irmã caçula, a minha tutora,  que quando estou só, eu curto a minha solidão criativa. E ela é criativa mesmo, tanto que estou aqui agora, criando. A criatividade não tem segredos. Ela surge quando precisamos colocar em ordem certos pensamentos e certa fantasias que nós temos. Agora,  decifrar o que move minha mente criativa, eu deixo a especialistas de alguma disciplina que explora a mente....

O CORAÇÃO DE RUTINHA

 Eu mesmo não reclamo de minha sorte. E qual é a minha sorte? A sorte e o merecimento de quem vive em paz a sua vida nesta terra. E qual é a minha paz? A paz de quem teve seis empregos e uma vida perseguindo a vontade de ser escritor. E venceu a vontade se ser escritor. E o que é um escritor? Escritor   é quem escreve. E aqui estou eu escrevendo. Um pouco sem assunto hoje. Mas daqui a pouco eu engato uma primeira. E corro ao meu merecimento. E obrigado meu Deus, por me dar a família que Dona Ruth a guerreira ensinou toda a viver. E dona Ruth mereceu de minha pena um livro pequeno na forma e no tamanho, mas grande no meu coração até hoje. E quando a saudade que tenho dela bate forte, pego o livro e leio. E quem era D. Ruth, era minha mãe. E minha mãe era excelente pessoa. Estive foliando o livro que se intitula O CORAÇÃO DE RUTINHA, e senti saudade daquele aniversário em que para festejá-lo eu participei com a escrita, digitação, impressão e publicação dele. Dele, do livro...

ALTO ASTRAL E LIVROS

 Rezei minha missa de hoje pela televisão. Fiz orações que me complementam. E aqui estou de alto astral hoje. O meu alto astral coincide com a minha felicidade de ontem quando me deitei para dormir. Mas agora estou vivendo a manhã de hoje, dia 02/09/2025. E não sou o único a festejar setembro. Todos os que conheço de quem já tive notícias, estão comemorando a chegada de setembro. E aqui estou de férias literárias. Nenhum trabalho eu tenho que entregar a editor algum. E com isso inaugurei o dia conversando com D. Zózima, a empregada doméstica perfeita que trabalha aqui em casa. Não tenho história nenhuma a contar que possa aumentar o astral de alguém, infelizmente não. Se eu pudesse eu elevaria o astral de todas as pessoas. Mas nem eu sei porque eu estou de alto astral, mas estou graças a Deus. Mas, agora, vamos a um papo mais sério. Deixa eu ver, o que pode ser um papo sério? Literatura, porque não compromete ninguém, só o gosto. E por falar em Literatura, eu preciso ler mais. Porq...

VIAGEM NA ESCRITA

Senão será tarde demais. É assim que eu começo uma meditação, que talvez dê em um tomada de atitude. E se a atitude vem, o que quer dizer, que antes tarde do que nunca. E claro, eu sou mineiro. E nasci na mesma terra do Tiradentes. E se eu não tivesse vindo para cá, para esta pequena cidade do interior, eu não estaria aqui escrevendo. E encaminhei esta postagem para este destino mesmo, porque eu gosto de escrever. E o meu assunto de hoje, ainda não sei qual é. Porque declaro aos leitores: iniciei esta postagem como quem vai nadando no rio ou no mar. E não exagero, escrever para mim é uma viagem. E me recordo de um dia em que a minha doméstica me disse que me compreendia. Eu perguntei a ela como ela me compreendia, e ela me respondeu com gíria: - Você viaja na maionese. Coisa de que gostei muito. E escrevendo viajo como quando estou falando. O Tiradentes lá ficou em São João del-rei. E ele é considerado herói até hoje. Eu simplesmente servi à pátria na FAB. E contei minha estória resumi...