ESCREVENDO E CONTANDO
Estava rezando a missa pela televisão, quando o Padre disse: "Que a mão misericordiosa de Deus ajude a nos salvar o gênero humano". Para quem tem um mínimo de informação sobre os humanos de hoje, esta orção faz todo o sentido." E como me ensinou a minha mãe: "Dornas, somos muito pequenos." E somos mesmo. E para mim, que procurei ser um homem então culto, dizer que somos pequenos, é que faz mais sentido." Não sou o homem mais culto daqui nem de lugar nenhum, eu me localizo, apenas isto. No mais sou um pecador arrependido. E graças a Deus eu me reconheço como um fiel católico que se arrepende de seus pecados.
Mas vou caminhando pelas veredas deste meu caminho na Terra. E como todos os outros seres humanos de paz, tenho alegrias e tristezas. Mas ultimamente mais alegrias do que tristezas. O que eu acho bom. Quando posso cometo uma pequena peça literária. O que reconheço como uma pequena vaidade. E digo porque vaidade: Machado de Assis disse uma vez em relação ao ato de escrever: "Vaidade das vaidades."
E não é a literatura de arte um espaço para levantar bandeiras. O que quero dizer com isso? Não é o lugar para dizer que o certo é isso, e o errado é aquilo. Nós todos somos imperfeitos. E lendo a Bíblia, o nosso livro número um, vemos lá os caminhos que nos levam a algum lugar. E um dia nós todos dormiremos, o que quer dizer, descansaremos de nossos trabalhos na face da Terra.
Mas quem sou eu para me aprofundar nesse caminho. Então vamos mudar de assunto?
E aqui estou eu escrevendo. O que para mim é um prazer imenso. Se tenho platéia, não sei. Se tiver, é uma platéia silenciosa. O que é platéia ideal para um escritor.
Ser um escriba mesmo neste meio século é difícil. Por várias razões. O que me leva a agradecer a Deus o fato de eu ter este espaço aqui na Internet. Internet, a melhor coisa que se inventou até então!
E que Deus me abençoe. E que Deus nos abençoe.
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