VIAGEM NA ESCRITA
Senão será tarde demais. É assim que eu começo uma meditação, que talvez dê em um tomada de atitude. E se a atitude vem, o que quer dizer, que antes tarde do que nunca. E claro, eu sou mineiro. E nasci na mesma terra do Tiradentes. E se eu não tivesse vindo para cá, para esta pequena cidade do interior, eu não estaria aqui escrevendo. E encaminhei esta postagem para este destino mesmo, porque eu gosto de escrever.
E o meu assunto de hoje, ainda não sei qual é. Porque declaro aos leitores: iniciei esta postagem como quem vai nadando no rio ou no mar. E não exagero, escrever para mim é uma viagem. E me recordo de um dia em que a minha doméstica me disse que me compreendia. Eu perguntei a ela como ela me compreendia, e ela me respondeu com gíria:
- Você viaja na maionese.
Coisa de que gostei muito. E escrevendo viajo como quando estou falando.
O Tiradentes lá ficou em São João del-rei. E ele é considerado herói até hoje. Eu simplesmente servi à pátria na FAB. E contei minha estória resumindo-a em versos. E a comentaram, dizendo:
- Estória bonita.
E eu tive um colega de trabalho que me disse:
- Dornas, a gente só não pode ficar é crente.
E isso é verdade. E eu não sou crente, só em religião, eu sou católico, batizado e crismado. E rezo minha missa todos os dias.
E que Deus me abençoe. E que Deus nos abençoe.
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