O CORAÇÃO DE RUTINHA

 Eu mesmo não reclamo de minha sorte. E qual é a minha sorte? A sorte e o merecimento de quem vive em paz a sua vida nesta terra. E qual é a minha paz? A paz de quem teve seis empregos e uma vida perseguindo a vontade de ser escritor. E venceu a vontade se ser escritor. E o que é um escritor? Escritor   é quem escreve. E aqui estou eu escrevendo.

Um pouco sem assunto hoje. Mas daqui a pouco eu engato uma primeira. E corro ao meu merecimento. E obrigado meu Deus, por me dar a família que Dona Ruth a guerreira ensinou toda a viver. E dona Ruth mereceu de minha pena um livro pequeno na forma e no tamanho, mas grande no meu coração até hoje. E quando a saudade que tenho dela bate forte, pego o livro e leio.

E quem era D. Ruth, era minha mãe. E minha mãe era excelente pessoa. Estive foliando o livro que se intitula O CORAÇÃO DE RUTINHA, e senti saudade daquele aniversário em que para festejá-lo eu participei com a escrita, digitação, impressão e publicação dele. Dele, do livro, O CORAÇÃO DE RUTINHA. Ela, sim, tinha amigos que fez no mundo do trabalho.

E o que são amigos feitos no mundo do trabalho? São pessoas que devotam até um lugar no próprio coração para Rutinha.

E venho é deste mundo. Foi meu lar. Meu lar durante minha vida. A vida que vivi na capital.

E aí eu disse tudo.

E que Deus me abençoe. E que Deus nos abençoe.

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