NO ESFORÇAR-ME PARA O BEM
Houve dias em que amanheci angustiado. E disse-o bem, houve dias. Há muito tempo que acordo e me levanto e digo:
- Meu Deus, como eu estou bem.
E é a ele, que eu agradeço, a Deus. E enfim hoje aqui estou escrevendo, depois de ter rezado pela televisão. E me sentindo bem. Tenho andado um tanto sem assunto. Mas acho que é só até eu engatar uma palavra que me dê aquela chance de assuntar e lá vou escrever minha postagem.
Hoje eu quero falar de quantas vezes eu perdoei. Inúmeras vezes. E claro, se eu perdoei é porque ou estava em dúvida quanto a quem me magoou, ou quanto a quem pecou na minha estrada. Hoje, quando olho para esta mesma minha estrada, a estrada está limpa. De modo que eu posso andar para a frente, sem medo de tropeçar. E posso dizer que quando eu tropeçava antes é porque havia manchas minhas na estrada. E roguei tanto a Deus que ele me deixasse esquecer de verdade estas tais manchas. Que nem sei explicar porque eu chamo de manchas. Só sei que ter manchas, eu me referia a minha alma. E vou dar um pouco de palavras para que me entendam.
Pouco antes de morrer minha mãe me chamou e me perguntou:
- Dornas, você tem mágoas, ressentimentos, ou outro sentimento ruim a respeito de alguém?
Eu pude responder com a alma limpa:
- Não mãe, não sinto nada de negativo em relação a ninguém.
E escrevo aqui agora é porque eu gosto. Já me disseram que eu escrevo bem, espero que seja verdade. Claro quem escreve quer alcançar leitores. E se espera olhos alheios sobre o que escreve, procura fazer bem feito, ou seja, procura escrever bem.
E por falar em escrever bem, eu escrevo e publico, o que me faz bem ao ego. Ao ego, como dizia uma namorada que eu tive. E toda a vez que escrevo eu me lembro dela.
E que Deus me abençoe. E que Deus nos abençoe.
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