SEGUINDO O CAMINHO

 O dia começa e eu estou aqui escrevendo. Sempre quis ser escritor, desde menino, mas meu pai faleceu e eu tive de ganhar o meu pão de cada dia. Meu pai não era um homem sem previdência. Ele mandou construir uma casa, e nos aconselhou aos filhos:

- Trabalhem e estudem.

E nos deu o seu exemplo vivendo: ele mesmo trabalhou muito e também estudou. Claro, quem tem agradar a muita gente tem que ser artista. Um escritor é um artista na medida em que escreve bem. Se a sua obra literária vai ser um clássico, isso depende do esforço dele enquanto escritor. Mas olhemos os nossos escritores de antanho, são tão vários quanto é vária nossa humanidade. A humanidade brasileira tem a ver com o dito de um professor de filosofia meu. Ele disse:

- O Brasil é mil.

E o Brasil é mil mesmo. Vai do Chui ao Oiapoque. E em todos os seus estados existem escritores.

Portanto, a humanidade brasileira é mil.

Eu aqui, amei e desamei, como disse o poeta. E faz pouco mais de vinte anos que estreei nas letras. E como estou satisfeito comigo. Não me tenho como um dos grandes na minha área. Porque eu sei que sou um pequeno escritor. Mas um pequeno escritor que se esforça para ter significância na arte de escrever. Tenho livros de que gosto. Tenho este computador pessoal. Tenho uma mesa onde trabalho.

Mas não cheguei a ser o escritor que sou assim tão fácil. Meu caminho foi difícil. E foi difícil porque eu sempre obedeci às leis.

E que Deus me abençoe. E que Deus nos abençoe.

 

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