POR FALAR EM NOVO
Às vezes eu paro e penso: me parece que tudo já foi dito. Mas continuo pensando: nem tudo foi dito. E está para existir aquela pessoas que pode dizer que já leu tudo. E se nem tudo foi dito, muito pode ser dito ainda. Claro, e li isso num livro lá pelos anos 1980. Estava lá, naquela época: eis um novo tempo. E me voltei para novas leituras. E de fato aquele que se abria para mim era um novo tempo. E me renovei. Não na minha idade cronológica, mas nas minhas ideias. E não as vivi, pensava nelas somente, nas novas idéias do novos literatos. E como eu lia desde menino, aquelas novas ideias não me perturbaram o espírito. Antes pelo contrário, vi que pessoas da minha idade tinha ido longe. E eu ficara quieto no meu canto, frequentando um faculdade de Filosofia.
E aqui estou lhes contando como eu vivia. Agora que tudo já passou.
Antes de aqui vir e escrever isto, eu estava pensando comigo, o que escrever hoje? E não estou mais pensando em ter pronta na mente a idéia a desenvolver. Estou escrevendo. E pronto.
Recuperado de um baixo astral em que andei, me vejo um tanto mais contente hoje. E o que me ajudou foi a chegada pelos Correios de 10 exemplares de um livro que traz o meu texto: VIVENDO. O editor preferiu dar o título de Na Linha das Palavras ao livro. E eu festejei muito os meus 10 exemplares. Eu os esperava com ansiedade.
E por falar em Correios e livros, esta semana ainda eu remeti pelos mesmos Correios dois envelopes contendo livros meus a duas Academias de Letras das quais sou Acadêmico Correspondente com muito orgulho.
E na minha quietude, aqui no quarto-estúdio eu caminho humanamente lendo e escrevendo.
E que Deus me abençoe. E que Deus nos abençoe.
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