O MEDO DE DAR CONFUSÃO
Recentemente eu tive que escrever um trabalho sobre uma intelectual brasileira. Estudei um tanto a vida dela, e constatei que ela o que fazia era só bem a nós, brasileiros. Claro que compreender o alcance das palavras dela, eu teria que ler muito mais do que li. Mas me abstive disso porque me pediram que eu entregasse logo o meu trabalho. E foi o que fiz. O nome da intelectual é LÉLIA COELHO FROTA. Assim mesmo, todo em maiúscula, e de verdade intelectual. Ela estudou muito e nas fontes que consultei, diversos eram os diplomas dela. E nós, inclusive eu, eu me confesso, estamos todos prestes a nos esquecermos de Lélia de novo. Não devemos fazer isto. Porque ela revelou muitos artistas do povo que nos servem de exemplos se queremos ser artistas.
Mas, eu espero, aqui curtindo um tanto a minha vaidade, que o trabalho que fiz, seja publicado. Nem tanto por mim, mas mais pelos artistas do povo. E me confesso de novo: eu sou neto de um homem do povo. Meu avô paterno catava ouro nas minas de Nova Lima (MG), aqui perto de Moeda (MG), onde estou agora.
E entreguei o trabalho, que foi lido, com sucesso, na ACADEMIA DE LETRAS E ARTES DA ZONA OESTE DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO (RJ), pela vice-presidente da academia, sra. Sônia Abreu. Para felicidades minhas. Se estiverem pensando que sou egoísta, que posso eu fazer? Mas posso, os trabalhos deste ano de 2024, certamente vão ser publicados num mesmo volume. E cada leitor apreciará com tempo e tirará o trabalho que melhor lhe aprouver. E quem não se dobra ao crivo do leitor? O resto era medo meu de dar confusão. E não deu confusão nenhuma. E tenho dito. E que Deus nos abençoe.
E que Deus me abençoe.
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