DÚVIDA E CETICISMO

 Aqui estou eu, escrevendo aqui quase sempre, é que participo. Cabe ao leitor dizer se mereço. Mas, que foi difícil, foi. Quem me vê hoje, pensa errado de mim. Isso porque já tivemos em nossas vidas, eu e minha família, altos e baixos. Não há mistério na nossa vida. Cada momento triste era superado com muita fé em Deus, e com muito trabalho para ganhar algum dinheiro. Ninguém fez riqueza aqui em casa. Mas conquistamos uma situação financeira estável. Eu acabei comprando este computador pessoal que ora me serve. E vou uma palavra sobre um assunto que me inquieta: mas sou de opinião que nunca a máquina vai dominar o homem.

Por aí já podem ver que não cético. Não estou aqui agora tentando falar difícil. È que a palavra cético é a que me serve. Consulte-se o dicionário, se preciso. Não tenha preguiça. Li muitos autores preguiçosos, e é aí que digo: autores preguiçosos não produziram muito. A minha situação não é de um preguiçoso em busca do tempo perdido, não. Aliás, como o Proust, aquele escritor francês, produziu. E para ele, considero que os tempos eram difíceis. O ceticismo deixa rastro de morte, pior do que a preguiça. Porque o ceticismo é uma não-crença em tudo. Eu digo é possível acreditar no Homem em nosso amado Brasil.

É que em muitos assuntos requer-se leitura para acompanhar os maiores responsáveis pela conduta do assunto, e esses responsáveis são as autoridades. Eu é que não ouso dizer tolices sobre o poder instituido. Porque mesmo numa democracia as autoridades devem ser respeitadas. Agora, dúvida até eu, que sou um mero humano, às vezes tenho. Mas na maior parte de minha vida, eu recorri a quem podia me sanar daquela dúvida. E tenho dito. E que Deus nos abençoe. 

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