POESIA BELAS
Lia eu um livro de ensaios do grande Otavio Paz e lá eu li que um poema em que o poeta se fizesse poetizar, não ia dar em nada. Ou seja que poetizar é o indizível. E portando conclui que seria um poema impossível de se dizer poesia. Claro o indizível é o mesmo que poetizar sobre nada.
Mas podemos nós os poetas poetizar. E cada poeta escolheria seu tema. E seriam vários poemas belos sobre temas diversos. Até temas que muitos baniram do templo exposto ao público, porque quiçá inconvenientes aos acontecimentos ditos importantes para a maioria.
Esse negócio de temas importantes para a maioria, me leva a pensar em banca de revistas. Claro, é lá que se faz o mercado de textos impressos. E não podemos simplesmente transformar a poesia em mercadoria. E a beleza dos poemas? Onde restaria?
Há muito tempo no dia de hoje o livro de Otavio Paz está em cima da minha mesa. Aberto, enquanto eu me comunico aqui, nesta postagem, com os leitores. Há muitos outros livros de e sobre poesia na minha estante. Não estou esnobando ninguém. Estantes e livros todos podem ter. Ler os livros também. Ter blogs para expor seus pontos de vistas, também. O que eu quero, se é que posso querer algo, é que pensem sobre a poesia.
Por que pensar sobre a poesia? Porque aí daria aquela vontade de escrever poesias. E escrever poesias é melhor do que tudo nesta vida, depois de satisfeitos todos os desejos da alma e do corpo. Escreva um poema procurando o belo. E tenho dito. E que Deus nos abençoe.
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