O ESCURO E A LUZ

Eu venho aqui e escrevo. Tenho minhas pretensões literárias. Não sei se as atinjo. Ou se é só ambição pessoal. Em primeiro lugar eu trabalhei no trabalho formal, eu já o disse. Ganhei o meu sustento. Cumpri a minha parte. Em segundo lugar, não nego que recebo ajuda da família, para o sustento moral. Me lembro de um dia em que minha mãe disse:

- Eu não coloquei gente ruim na face da Terra.

Grande Mãe ela foi, a vida inteira. Esses estudiosos que dizem se aprofundar na elucidação da alma humana, muitos deles nem acreditam em Deus. Eu digo sempre: Deus existe, eu creio em Deus. E por Deus existir é que estou aqui.

Convivo diariamente com pessoas simples que acreditam em Deus. Não sei se são verdadeiramente crentes em Deus, mas são simples e de fácil convivência. Me prestam serviços. E dizem que têm fé, me basta.

O escrever para mim, antes tinha uma função. A função que encontro hoje no ato de escrever, é dizer de mim e de pessoas. Porque principalmente eu me entendo. E escrever sobre os outros é muito difícil. Para que me entendam, eu digo:

"Na Caverna de Platão existe aquele personagem que sai da caverna e vai lá fora e vê a luz do sol. E volta para a caverna onde a escuridão lhe cai sobre os olhos.

Eu já vi luzes, que pensei fossem luzes. Mas aqui estou, sem pretender expor nenhuma teoria. O meu escuro acaba quando a lâmpada de Thomas Edson se acende, e só. E tenho dito. Precisamos do mundo e precisamos uns dos outros. Que Deus nos abençoe. 

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