O DEVER DE CASA
Hoje, enfim, nós temos liberdade de expressão. Mas, claro, devemos pensar para falar e escrever. De modo que as pessoas entendam claramente o que queremos dizer. Por isso, devemos evitar cair naquele golpe de quando nos dizem:
- Eu sei o que você quer dizer.
Porque quando nos dizem isto, vem uma pessoa acostumada a ler melhor do que nós, e nos diz:
- Você devia ter trabalhado melhor esta frase.
E lá se vai o nosso escrito por água abaixo. Não devemos tentar nunca nos pressupor gênios em escrita. Porque devemos ler os autores classificados com gênios, para ver como somos menores do que eles. E quão menores.
Dito isto, lá vamos nós. Ou melhor, ao invés de nós, lá vai eu escrevendo esta modesta postagem. E a minha expressão pertence a mim. Deixando claro desde já, que não pretendo colocar a carapuça em ninguém. O que digo, é que quando escrevo, escrevo para agradar um e outro. E deponho: quando leio, lendo diversos autores, como os leio, nem sempre procuro ser coerente. Mesmo porque não pertenço a nenhuma escola literária. E nem sei se faço literatura, com L maiúsculo. Venho e dou por cumprida minha tarefa.
Claro, como já disse, eu leio muito. E como leitor eu estou cumprindo a tarefa de satisfazer meu gosto pelos livros. Hoje eu vim aqui e lhes disse isto, mas não estou me gabando. Claro, eu nem posso. Estou simplesmente não querendo me manter longe de quem acaso me leia. E por hoje deixo estas palavras. E que Deus me abençoe.
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