MINHAS MEDALHAS E MEUS DIPLOMAS
Desde que me enfurnei na minha casa, no meu quarto, eu vivo bem comigo mesmo. Hoje, por exemplo, rezei a missa pela televisão. Com a mesma fé de quando ia à igreja. E ia à igreja católica, que é onde me sinto bem quando se trata de cumprir meu dever religioso. Mas gosto da igreja para rezar, agradecer, e às vezes pedir em silêncio alguma graça. Digo aqui, em minha vida, não fiz promessa religiosa. Talvez por isso eu me sinta à vontade para rezar pela minha saúde e pelo meu bem-estar. Estou no mundo da vida com pouca frequência, me reservei o quanto pude para ler. E só vim a escrever mesmo depois que me mudei para esta cidade do interior.
Já trabalhei no trabalho convencional e muito. Este muito não foi em anos de trabalho. A doença me impediu de procurar enriquecer. Me enriquecer em bens materiais, como a maioria persegue este objeto. Já tive minhas preocupações em relação a isso. Que me vinham quando estava de carteira assinada. Hoje aqui sem necessidade de me locomover de casa para o trabalho, e sem necessidade de assinar o ponto de chegada e o de saída praticamente não saio de casa. Só saio para ir ao médico, para as avaliações temporárias.
E minha vida se completa com a minha escrita que pretendo seja literária. E para isso procurei ter a formação que tenho, lendo livros e consultando em livros. Quer dizer eu sou autodidata. Embora tenha estudado Filosofia. E o que sei e o que procuro ainda saber me garante um tanto de medalhas e diplomas que ganhei em concursos literários. E isso me atesta a minha formação. A que me dá disposição para eu mesmo me chamar de escritor do interior.
Quando me vem à mente as palavras "escritor do interior", eu me intitulo de Homem do Interior. O homem do interior, eu considero, vive muito mais sossegado do que o homem da cidade grande. Ou seja da mega metrópolis.
E agora eu chego ao fim desta postagem. Peço a Deus que nos abençoe. E tenho dito.
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