UMA ESTÓRIA DE SOBREVIDA
Vinham noivando. A festa do noivado foi bonita. Ele a presenteou com um anel. E ela lhe deu um beijo como nunca antes tinha o beijado. Depois, os dias foram se passando. Todos os dois trabalhavam. E durante o dia, às vezes ele telefonava para ela. Ela, ao atender, dizia:
- Você quer é ouvir a minha voz.
Ele imaginou consigo mesmo, se fosse para conferir se ela está... Mesmo assim, continuava ligando o telefone para ela. E o amor ia seguindo seu caminho de tranquilidade.
Certo dia, ela lhe disse:
- Vou ter que viajar a serviço.
E ele:
- Não vejo problema.
Quando ela voltou, ele a esperou no aeroporto. E a levou em casa onde a mãe dela perguntou na frente dele:
- O que ele falou da sua viagem?
- Ô, mãe, nada, nem pode falar. Eu estava a serviço da empresa onde trabalho.
E no dia seguinte foram a um cinema. Ambos gostaram do filme. O que fez com que eles viessem satisfeitos para casa. E se despediram com palavras doces.
Mas, eu não contei que entre os dois vivia o fantasma de um ex-namorado dela. É que ela, vira e mexe, lá vinha com o nome do seu ex-namorado.
E ele já tinha brigado com ela por isso.
Até que uma noite ela falou o nome do ex. Ele:
- Quer saber de uma coisa? Vá perguntar a ele se ele noiva com você.
E ela com raiva:
-Olha, morrer pode ser dormindo.
Ele a deixou na casa dela e foi para a sua. Que coisa ruim: ela lhe desejar a morte. Será que ele é que impedia dela cair nos braços do ex dela?
Ele foi dormir. Teve um estranho sonho. Digno de um livro de terror. E acordou vivo.
Despertou no dia seguinte e teve um alívio. Sorriu:
- Estou vivo.
Não devemos matar nenhum personagem nosso.
Comentários
Postar um comentário