QUE ME VEM DO CORAÇÃO
Cheguei ao ponto em que cheguei com a ajuda de minha família. Que sempre foi pequena. E que certa vez me agradeceu por eu ter escrito poesias para os seus membros. Eu disse, em resposta:
- Bobagem.
Eu queria dizer é que poesia minha era bobagem. Mas que existiam os grandes poetas. Mas me disseram:
- Não é bobagem, não.
Eu retruquei:
- Como assim?
- Ora, são palavras do seu coração.
Eu vi então que os meus agradecimentos, que eu tinha começado, podiam continuar. Mas meus familiares foram evoluindo e um dia me disseram que não apreciavam mais o que eu escrevia. Eu me consolei:
- Mas, também, já agradeci demais!
E aqui estou: blogueiro agora. E porque gosto principalmente de escrever. Vou escrevendo ao sabor das palavras, confessadamente palavra puxa palavra.
E por falar em palavra, eu amo principalmente as palavras. Tenho meus escritos, que não releio. E no coração uma ânsia enorme de sempre estar escrevendo.
E digo, hoje para mim a escrita é coisa principalmente que me vem do coração.
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